Silencio de angustia

Silencio de angustia
 



Tengo el desesperante silencio de la angustia 
y el trino verde herido... 

¿Por qué persiste el aire en no darme el sepulcro? 
¿Por qué todas las músicas no se rompen 
a un tiempo a recibir mi nombre? 

-¡Ah, sí, mi nombre, que me vistió de niña 
y que sabe el sollozo 

que me enamora el alma!

Autor del poema: Julia De Burgos

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